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Escrito por Administrator Sex, 10 de Fevereiro de 2012 15:42

Cabotagem: os desafios do setor

 

Por Mauro Lourenço Dias*
Num país em que a costa acompanha cerca de 50% do perímetro territorial, a cabotagem deveria desempenhar um papel fundamental na economia. Mas não é assim. Ainda que venha crescendo ao redor de 20% ao ano, a sua participação na matriz de transporte é incipiente, praticamente limitada ao transporte de produtos agrícolas, especialmente orgânicos.
Em números, essa participação, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), é equivalente a 11,24% da matriz de transporte brasileira. Se se acrescentar a navegação interior, que está reduzida a míseros 1,76%, o modal aquaviário fica com 13% do total do transporte de cargas. Como se sabe, o transporte de cargas ainda é feito majoritariamente por rodovia.
Não é de hoje que a cabotagem é apontada como um mercado em potencial, mas os obstáculos para o seu desenvolvimento são muitos. Entre esses entraves, está a falta de capacidade operacional em terminais aliada a uma burocracia inadmissível para a movimentação de cargas no próprio território nacional.
Para que o modal se torne viável – e alcance a participação de 29% na matriz de transporte em 2025, conforme previsão que consta do Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), do Ministério dos Transportes –, há necessidade de muitos investimentos em infraestrutura, especialmente com a construção de eclusas nas principais hidrovias e sua interligação com os portos.
Outro problema que a cabotagem enfrenta são os altos custos com combustível que acabam sendo repassados para os fretes e, obviamente, encarecem os produtos. Ao contrário do modal rodoviário, que é favorecido pelo incentivo fiscal destinado ao diesel, o transporte marítimo não recebe nenhuma compensação. Pelo contrário, é onerado pelo pagamento de tributos, como ICMS, PIS e Cofins, enquanto navios de longo curso têm isonomia destes impostos quando se abastecem de combustível.
Como é ainda um modal pouco rentável, o investimento das empresas privadas e públicas em navios ainda está aquém do necessário, embora, nos últimos anos, empresas como Log-In, MercoSul Line, Aliança, Maestra e Transpetro tenham colocado em uso novas unidades. Segundo a Antaq, a vida útil da frota brasileira anda ao redor de 25 anos, tanto para longo curso como para cabotagem, o que é considerado uma idade bastante avançada. Além disso, o setor ainda se depara com problemas como a falta de práticos e escassez de tripulações brasileiras, já que a legislação impede o emprego de estrangeiros na atividade.
Para piorar, segundo empresários do setor, os terminais portuários costumam privilegiar as cargas importadas em detrimento das de cabotagem. Sem contar que os terminais não vêm investindo em equipamentos tanto quanto seria necessário num momento em que há um aquecimento da economia. Basta ver que alguns terminais fazem 12 movimentações por hora (mph), enquanto o porto de Roterdã, na Holanda, executa 100.
Uma saída é a abertura de mais terminais com a participação da iniciativa privada, com berços de atracação exclusivos para embarcações de cabotagem. Aumentar a competição sempre ajuda a baixar custos.
*Mauro Lourenço Dias é vice-presidente da Fiorde Logística Internacional, de São Paulo-SP, e professor de pós-graduação em Transportes e Logística no Departamento de Engenharia Civil da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Por Mauro Lourenço Dias*

 

Num país em que a costa acompanha cerca de 50% do perímetro territorial, a cabotagem deveria desempenhar um papel fundamental na economia. Mas não é assim. Ainda que venha crescendo ao redor de 20% ao ano, a sua participação na matriz de transporte é incipiente, praticamente limitada ao transporte de produtos agrícolas, especialmente orgânicos.

   

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Escrito por Administrator Qua, 08 de Fevereiro de 2012 16:14

Tiro no pé

 

Por Reginaldo Gonçalves *
O aumento da alíquota do IPI, majorado em mais 30%, teve como objetivo minimizar as importações de veículos e estimular as empresas fornecedoras de peças. Na legislação, por sua vez, foi estabelecido que as montadoras brasileiras queutilizarem 65% dos insumos nacionais manteriam a alíquota sem a majoração. É claro que quando se efetuou o estudo a maior parte das montadoras no País já estavam adequadas a essa situação e as que não estavam trataram de agir rapidamente.
Infelizmente ficaram lacunas que podem gerar dúvidas sobre a aplicabilidade desta lei ou até mesmo quais situações poderão ser criadas para beneficiar ações de empresários para se aproveitarem destes benefícios.
Impactou de forma negativa a situação da majoração do IPI no Mercosul. O mesmo benefício agora adotado no Brasil se amplia para os outros países –o México, inclusive, possui estes mesmos benefícios.
O fato é que o grande número de importações de carros dos países do Mercosul e do México começou a incomodar as montadoras brasileiras que, em operações triangulares com outros países, poderão exportar seus produtos para o Brasil sem majoração. Com isso, o preço do produto importado fica mais barato que o nacional, estimulando os brasileiros a comprá-los.
Em virtude do aumento de importações de carros como, por exemplo, da Coréia do Sul, a presidente Dilma Rousseff e sua equipe, sob pressão das montadoras, já disseram que romperão o acordo automotivo com o México – um dos parceiros brasileiros – e que isso poderá se alastrar para a Argentina e, eventualmente, outros países do bloco.
Por falta de pulso, talvez, não se pensou nisso antes. Romper agora um acordo dessa natureza poderá gerar outros problemas, inclusive o Mercosul deixar de existir como bloco. Devem ser feitos acordos do “toma lá, dá cá”, ou seja, perde-se com veículos, mas procura-se exportar outros produtos que compensem esta perda. Somente assim será evitada uma crise entre as nações do bloco e serão mantidos, de forma respeitosa, os acordos e convênios firmados, para que os países que têm potencial de mercado e negócios mais fracos possam sobreviver e ter sua soberania mantida.
* Reginaldo Gonçalves é coordenador de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina.

Por Reginaldo Gonçalves *

 

O aumento da alíquota do IPI, majorado em mais 30%, teve como objetivo minimizar as importações de veículos e estimular as empresas fornecedoras de peças. Na legislação, por sua vez, foi estabelecido que as montadoras brasileiras queutilizarem 65% dos insumos nacionais manteriam a alíquota sem a majoração.

   

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Escrito por Administrator Ter, 07 de Fevereiro de 2012 16:28

Tendências do setor de TI para 2012

 

PorMarcos Sakamoto*
Com o aquecimento interno, o Brasil figura na oitava posição entre os maiores mercados de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do mundo. O setor ganha destaque em todos os segmentos da economia, sendo indispensável para o trabalho em setores, como a indústria, comunicação e comércio.
De acordo com os dados divulgados neste mês pela consultoria IDC Brasil, o mercado brasileiro de TIC continuará crescendo em 2012, mesmo com a crise mundial e a desaceleração da economia nos Estados Unidos. Os analistas do setor prevêem um aumento do acima de dois dígitos, com projeções entre 10% e 13%.
Estudos do instituto de pesquisas Gartner apontam que mercados emergentes de TI, como o Brasil, crescerão 4,6%, índice acima da média global este ano. Os investimentos na área de TI estão previstos em US$ 143,8 bilhões. Até 2015, o instituto espera que o mercado brasileiro de TI experimente uma taxa de crescimento anual de 9,9%. As companhias da América Latina vão investir 384 bilhões de dólares em TI até 2015. O Brasil responderá por mais de 40% do total dos negócios.
Os índices de crescimento esperados são bem superiores à taxa de incremento estimada para a economia brasileira este ano. Projeções de economistas e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) do País crescerá em torno de 3%. O PIB industrial está previsto em 2,3%.
A expansão do setor vai ao encontro de programas de incentivo do governo, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que pretende levar Internet com velocidade de 1 Mbps para todo o País, com custo de R$ 35 ao mês para assinantes. O principal objetivo do plano é massificar, até 2014, a oferta de acessos de Internet banda larga. A expectativa do governo é disponibilizar o serviço para quase 40 milhões de domicílios, em contraposição aos 11,9 milhões atendidos hoje.
Se há expectativa de aumento de consumo, há um estimulo adicional ao surgimento e desenvolvimento de empresas do setor. Entre as tendências em tecnologia analisadas para 2012, estão mobilidade, cloud computing, redes sociais e gerenciamento de Big Data, soluções já conhecidas, mas que anunciam novas interações para os próximos anos. Essas tecnologias são indispensáveis para a sobrevivência das empresas no mercado e devem levar a maior parte dos orçamentos dos CIOs.
A mobilidade, em particular, promete aquecer o mercado de produtos. A tendência é que a conexão à Internet prevaleça em 80% a 90% dos produtos nos próximos dois anos. E a partir deste ano, empresas como a Samsung, por exemplo, já divulgaram que equipamentos como Blu-ray e home theater terão conexão à rede. Assim, os televisores, ou as TVs do futuro, terão conectividade e funcionarão como um portal, com integração aos dispositivos que estarão disponíveis na Internet, na nuvem.
Com o cloud computing, qualquer arquivo ou documento ficará armazenado na Internet, possibilitando acesso instantâneo em qualquer lugar do mundo.
Entre outras novidades que devem movimentar o setor em 2012, estão as tecnologias que permitem que máquinas se comuniquem com o usuário. Neste sentido, já existem projetos de telemetria, uma tecnologia que admite o monitoramento e acompanhamento remoto de serviços como energia elétrica, água e rastreamento e localização de veículos. As informações trafegam pelas redes das operadoras sem interação humana. Este é um mercado gigante que se desenha e necessita de investimentos de empresas que apostem em inovações para a área.
É com grandes perspectivas que o setor de TIC inicia o ano de 2012.  Porém, não devemos nos esquecer dos pontos de atenção, como a qualificação da mão de obra. Existem oportunidades, mas devemos nos ater à importância de profissionais bem preparados para atender a demanda do mercado.  Assim, parcerias com institutos e órgãos, como o Sebrae e a Fiesp, são bons guias para que as empresas tracem as necessidades e planos para agregar valores às organizações. O futuro das empresas de TIC está nas mãos dos profissionais que as fazem. Portanto, quanto maior a bagagem, maior será o futuro da empresa.
*Marcos Sakamoto é presidente da Assespro-SP

Por Marcos Sakamoto*

 

Com o aquecimento interno, o Brasil figura na oitava posição entre os maiores mercados de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do mundo. O setor ganha destaque em todos os segmentos da economia, sendo indispensável para o trabalho em setores, como a indústria, comunicação e comércio.

   

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Escrito por Administrator Seg, 06 de Fevereiro de 2012 16:43

Indústria gráfica e o resgate da Agenda 21

 

Por Fabio Arruda Mortara*
A cerca de cinco meses da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento e o Meio Ambiente, a Rio+20, a ser realizada em junho de 2012, a indústria gráfica brasileira antecipa-se na defesa de medidas essenciais para a erradicação da miséria, inclusão social, melhoria da qualidade da vida e preservação ambiental. São itens constantes da quase esquecida Agenda 21, oprincipal documento da Eco 92, realizada há vinte anos no Rio de Janeiro, na qual os chefes de Estado de todo o mundo comprometeram-se com metas ainda não cumpridas.
Acreditamos que, independentemente da ONU e do contexto internacional, o Brasil tenha condições de fazer essa grande lição de casa em prol do desenvolvimento. Por isso, no 15º Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica (CONGRAF), realizado de 8 a 11 de outubro de 2011, em Foz do Iguaçu (PR), aprovamos por unanimidade documento contendo propostas a serem defendidas pela ABIGRAF Nacional. Dentre as prioridades, uma das mais prementes é ligada à cadeia produtiva da comunicação impressa: a educação pública de qualidade para todos os brasileiros impossibilitados de pagar escolas particulares. Por isso, propomos, enfaticamente, que 10% do PIB sejam investidos no ensino.
Nesse sentido, também sugerimos a ampliação dos programas governamentais de compras de livros, tanto em número de exemplares, quanto de títulos e gêneros. Entendemos como um avanço a inclusão, já implementada, de obras de literatura e de interesse geral, além das didáticas. Contudo, a imensa diversidade do conhecimento no mundo contemporâneo abre espaço para que os alunos das escolas públicas recebam gama mais ampla de livros. Também deve ser ampliada a compra de material escolar básico, como cadernos, lápis, borracha e régua. Sugerimos que mais governos estaduais e municipais engajem-se nesse esforço.
Contribuiria ainda para o incremento dos nossos padrões educacionais a oferta irrestrita de papel importado para o segmento editorial. A recém-adotada exigência de licença prévia de importação deixa o empresário gráfico refém de monopólios, cujo volume de produção nem sempre atende à demanda nacional. Com menos insumos disponíveis para esse mercado, o risco de reajuste nos preços é real. Outramedida de estímulo à educação seria isentar os cadernos e materiais escolares de todos os impostos, barateando o seu custo e facilitando a compra por parte de famílias de menor renda. Defendemos, também, a implantação de bibliotecas públicas nos municípios brasileiros, no mínimo de uma para cada trinta mil habitantes.
A “Carta de Foz do Iguaçu” contém ainda, propostas para a saúde, outro fator condicionante ao sucesso da meta de erradicação da miséria e melhoria da qualidade da vida: defendemos a isenção de impostos incidentes sobre as embalagens dos medicamentos. Tal medida baratearia o custo dos remédios. O mesmo raciocínio aplica-se às embalagens dos produtos que compõem a cesta básica. Sem a pesada carga tributária, haveria reflexos positivos no preço dos alimentos, cuja tendência de elevação tem sido objeto de crescente preocupação da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
Preconizamos, ainda, a desoneração da folha de pagamento, que levaria à formalidade um grande número de trabalhadores e baratearia os custos de produção, refletindo-se em produtos gráficos mais acessíveis. Em contraste com essa proposta, a nova lei relativa ao aviso prévio, estendendo-o a até 90 dias, onerará ainda mais as empresas. Qualidade da vida é outro desafio crucial. Por isso, propomos a criação de linhas de crédito, com juros diferenciados, para investimentos em produção limpa nas gráficas. O setor, há tempos, preocupa-se com isso, e muitos avanços já se verificaram. Porém, a disponibilidade de recursos possibilitaria que milhares de pequenas gráficas, a maioria nesse parque empresarial, pudessem realizar essa lição de casa da sustentabilidade.
Educação, saúde, segurança alimentar, inclusão social e salubridade do habitat são asbases de sustentação da humanidade no Século 21. Por isso, a indústria gráfica brasileira mobiliza-se no sentido de contribuir para o sucesso do Brasil nocumprimento desse compromisso essencial com a presente e as futuras gerações.
*Fabio Arruda Mortara, M.A., MSc., empresário, é presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) e do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo (Sindigraf-SP).

Por Fabio Arruda Mortara*

A cerca de cinco meses da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento e o Meio Ambiente, a Rio+20, a ser realizada em junho de 2012, a indústria gráfica brasileira antecipa-se na defesa de medidas essenciais para a erradicação da miséria, inclusão social, melhoria da qualidade da vida e preservação ambiental.

   

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Escrito por Administrator Seg, 06 de Fevereiro de 2012 13:38

O fim do timesheet na contabilidade

 

Por Helio Donin Jr.*
O “timesheet” acabou. Os avanços tecnológicos colocam fim a precificação de soluções por tempo. Vamos parar um instante e pensar um pouco no mundo que nos cerca hoje, estamos na era da informação e a velocidade que elas circulam a nossa volta é absolutamente impressionante.
Atualmente temos que fazer nossas obrigações profissionais e desenvolver nosso trabalho com muito mais velocidade. Atingir nosso objetivo no trabalho é considerado praticamente obrigação, pois o grande diferencial é fazermos com grande velocidade, sem perder a qualidade.
Com a utilização de ferramentas tecnológicas podemos encontrar vários caminhos para atingir um mesmo objetivo, mas a grande questão é atingir da forma mais rápida, pois o mercado não espera mais nós atingirmos os resultados. Se formos devagar, o concorrente faz primeiro!
A cada dia os trabalhos são mais intelectuais e menos operacionais, pois os equipamentos e sistemas substituem em muitas situações a força executora. Vou exemplificar o serviço de um médico para uma determinada cirurgia, não é precificado pelo tempo que ele leva na cirurgia, mas sim pela sua complexidade e a possibilidade de um resultado positivo, tomando por base a experiência do profissional. Se usarmos um “timesheet” para precificar o Facebook, ele valeria algumas dezenas de milhares de dólares. E a realidade não é essa. Vale bilhões de dólares.
Quanto vale uma grande idéia? O tempo que se levou para concebê-la ou o resultado que ela pode produzir? Vejo nos setores fiscal e contábil aplicações de “timesheet” para precificar serviços. Mas espere um pouco, se eu fizer o mesmo serviço na metade do tempo, ele valerá a metade? Não, provavelmente valerá o dobro ou até mais. O preço de um serviço hoje está relacionado ao resultado rápido e eficaz. Pense então que a tecnologia aplicada na gestão contábil e fiscal gera resultados mais rápidos e de maior precisão.
Pare, pense, analise as ferramentas disponíveis, veja o caminho mais rápido e eficiente, diferencie-se do mercado e por fim cobre um valor justo pelo resultado. Não venda tempo, venda solução. O seu dia só tem 24 horas, mas em 24 horas quantas soluções você pode gerar?
Helio Donin Jr. é diretor da Rede Nacional de Contabilidade*

Por Helio Donin Jr.*

 

O “timesheet” acabou. Os avanços tecnológicos colocam fim a precificação de soluções por tempo. Vamos parar um instante e pensar um pouco no mundo que nos cerca hoje, estamos na era da informação e a velocidade que elas circulam a nossa volta é absolutamente impressionante.

   

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